Wednesday, April 30, 2008
Esqueci de falar da indicação do Nemo (que virou nosso guru da net): o site Pandora é fantástico, você pode ter quantas rádios quiser e só com músicas que gosta. Então, por exemplo, criei várias rádios: classic radio, mpb radio, cuban radio, r&b radio e, claro, Carol Station e Michael Station (porque temos gostos diferentes... pero no mucho!). É muito, muito bom. Só queria ter Pandora no carro agora!!
Hoje fiz minha inscrição na Corcoran, escola de arte! Mal posso esperar para chegar o fim do mês, quando as aulas começam!
Tuesday, April 29, 2008
Sunday, April 27, 2008
Mac alegria da Carol!
Ainda no assunto fotos, mas mudando um pouco o foco, semana passada descobri por acaso que meu lindo Mac passa as fotos sozinho (desde que eu escolha "full view" e aperte "play" no controle remoto/"i-shuffle"do Michael). Como se não bastasse, toca 'Jesus Alegria dos Homens' enquanto mostra as fotos. Cada dia eu adoro mais este computador! (Um adendo: comentei com o Nemo da descoberta e ele "ah, você não sabia que tinha isso?!" Não, eu não sabia e é o máximo! Eu só gostaria que ele variasse de música porque depois de um tempo, cansa.)
Ainda no assunto fotos, mas mudando um pouco o foco, semana passada descobri por acaso que meu lindo Mac passa as fotos sozinho (desde que eu escolha "full view" e aperte "play" no controle remoto/"i-shuffle"do Michael). Como se não bastasse, toca 'Jesus Alegria dos Homens' enquanto mostra as fotos. Cada dia eu adoro mais este computador! (Um adendo: comentei com o Nemo da descoberta e ele "ah, você não sabia que tinha isso?!" Não, eu não sabia e é o máximo! Eu só gostaria que ele variasse de música porque depois de um tempo, cansa.)
Friday, April 25, 2008
Thursday, April 24, 2008
Tuesday, April 22, 2008
Canada ExpressTivemos o privilégio de ter Leana e Robbie conosco esse fim de semana. Entre os highlights do fimdi estão a soneca (registrada agora no Facebook) que tiramos no Dupont Circle, a comida etíope, o meercat do zoológico, que lembrava aquele famoso do youtube e a chuva torrencial que pegamos enquanto andávamos até o carro, downtown DC. Foi uma daquelas chuvas que quando você pensa que não tem como ficar pior, escuta-se mais um trovão, como que uma outra torneira celestial sendo aberta, para jogar ainda mais água. As sombrinhas não aguentaram (ou viraram do avesso ou vasaram) e ficamos enxarcados dos pés até os joelhos, sem mencionar o resto que ficou no mínimo húmido e respringado. Como tudo na vida, os museus foram ótimos e a comida também (a companhia nem se fale!) mas passados os anos, o que se lembra de uma viagem assim, é a chuva que pegamos no último dia. No mínimo memorável.
Juno
Vi Juno no DVD sábado passado. O filme é uma gracinha (e pessoalmente acho que essa palavra descreve o filme super bem) e se resume em: adolescente inteligente, eloquente e madura pra própria idade engravida do paquerinha e resolve dar o bebê para adoção em "old style". Ela quer que o bebê vá para uma família legal, bem estruturada e não tem desejo nenhum em manter vínculos de cartinhas e fotinhas enviadas todo o natal pelos pais adotivos. No entanto, ela percebe que pais perfeitos e família ideal são coisas bem difíceis de se encontrar. Enquanto isso, ela tem que lidar com os próprios problemas: ser a menina grávida do colégio. (Isso me fez lembrar de uma menina da minha sala na (salvo engano) sétima série, Elen, que de repente começou a tirar notas baixas e vomitar todos os dias no início da aula. A Elen sumiu depois de uns meses e só muito tempo depois se fez público que ela tinha tido um neném. Pelo menos a Juno aguentou firme o ano inteiro, mas obviamente não foi fácil.) Podem estourar as pipocas de microondas, porque o filme é bem legal.
Vi Juno no DVD sábado passado. O filme é uma gracinha (e pessoalmente acho que essa palavra descreve o filme super bem) e se resume em: adolescente inteligente, eloquente e madura pra própria idade engravida do paquerinha e resolve dar o bebê para adoção em "old style". Ela quer que o bebê vá para uma família legal, bem estruturada e não tem desejo nenhum em manter vínculos de cartinhas e fotinhas enviadas todo o natal pelos pais adotivos. No entanto, ela percebe que pais perfeitos e família ideal são coisas bem difíceis de se encontrar. Enquanto isso, ela tem que lidar com os próprios problemas: ser a menina grávida do colégio. (Isso me fez lembrar de uma menina da minha sala na (salvo engano) sétima série, Elen, que de repente começou a tirar notas baixas e vomitar todos os dias no início da aula. A Elen sumiu depois de uns meses e só muito tempo depois se fez público que ela tinha tido um neném. Pelo menos a Juno aguentou firme o ano inteiro, mas obviamente não foi fácil.) Podem estourar as pipocas de microondas, porque o filme é bem legal.
Wednesday, April 09, 2008
Thursday, April 03, 2008
2 takes do Muffin
Esta semana a Anna me passou as fotos que tinha tirado do Muffin enquanto ele esteve hospedado na casa dela. Na verdade, foi lá que o Muffin passou os últimos dias felizes da curta vida dele. A Anna também filmou o Muffin, são vídeos muito bonitos e delicados, com a voz dela no fundo, falando em sueco. Depois de tanto tempo sem vê-lo, me assustei em ver quão magrinho ele era (ainda mais quando comparado com Brownie e Téo!). Mas era um magricelo que sabia aproveitar a vida (vide as fotos abaixo). Esta foi a noite em que deixamos ele lá (íamos para o Japão no dia seguinte). Era no auge do inverno e Anna e Renato tinham acendido a lareira (e a deixaram acesa só para o Muffin pelo período em que ele esteve lá, vejam o mimo!). Muffin foi direto para o tapete peludo (que agora é do Nanook - vide post anterior) e lá ficou, até irmos embora. São lindas lembranças.

Esta semana a Anna me passou as fotos que tinha tirado do Muffin enquanto ele esteve hospedado na casa dela. Na verdade, foi lá que o Muffin passou os últimos dias felizes da curta vida dele. A Anna também filmou o Muffin, são vídeos muito bonitos e delicados, com a voz dela no fundo, falando em sueco. Depois de tanto tempo sem vê-lo, me assustei em ver quão magrinho ele era (ainda mais quando comparado com Brownie e Téo!). Mas era um magricelo que sabia aproveitar a vida (vide as fotos abaixo). Esta foi a noite em que deixamos ele lá (íamos para o Japão no dia seguinte). Era no auge do inverno e Anna e Renato tinham acendido a lareira (e a deixaram acesa só para o Muffin pelo período em que ele esteve lá, vejam o mimo!). Muffin foi direto para o tapete peludo (que agora é do Nanook - vide post anterior) e lá ficou, até irmos embora. São lindas lembranças.
Monday, March 31, 2008
Sunday Brunch
Passamos um domingo ótimo na casa de Anna, Renato e Nanook (a mais nova adição da família). As fotos ficaram meio "dinâmicas", com movimento, mas eu gostei (e postei) mesmo assim! O Nanook é muito querido e feliz e gosta de dormir no tapete peludo em frente à lareira (o mesmo cantinho que o Muffin gostava quando ia na casa deles).



Passamos um domingo ótimo na casa de Anna, Renato e Nanook (a mais nova adição da família). As fotos ficaram meio "dinâmicas", com movimento, mas eu gostei (e postei) mesmo assim! O Nanook é muito querido e feliz e gosta de dormir no tapete peludo em frente à lareira (o mesmo cantinho que o Muffin gostava quando ia na casa deles).
Thursday, March 27, 2008
Pudim de Pão da Geane (aka: o melhor do mundo)
Foi uma aventura: tive que cortar o pão com o martelo de tão duro (nem a faca elétrica aguentou)... Ele não amoleceu com o leite, então tive que bater no liquidificador (minha idéia brilhante!), fiz o caramelo sem água porque toda vez que jogo a água ele empedra... Aí assei por 40 minutos e o treco não tinha endurecido... (foi aí que o girino falou pra eu jogar goma de mandioca dentro pra ajudar na liga, mas eu não tinha mandioca, graças a Deus). Pus pra assar outros 40, esquentei mais o forno... Quando tirei, ele já estava moreno nas beiradas e bem assado. Acho que se eu tivesse deixado assar mais 5 minutinhos teria queimado.
Não é que deu certo? hehehe!
Foi uma aventura: tive que cortar o pão com o martelo de tão duro (nem a faca elétrica aguentou)... Ele não amoleceu com o leite, então tive que bater no liquidificador (minha idéia brilhante!), fiz o caramelo sem água porque toda vez que jogo a água ele empedra... Aí assei por 40 minutos e o treco não tinha endurecido... (foi aí que o girino falou pra eu jogar goma de mandioca dentro pra ajudar na liga, mas eu não tinha mandioca, graças a Deus). Pus pra assar outros 40, esquentei mais o forno... Quando tirei, ele já estava moreno nas beiradas e bem assado. Acho que se eu tivesse deixado assar mais 5 minutinhos teria queimado.
Não é que deu certo? hehehe!
Tuesday, March 25, 2008
Vivo a passear!
Quantas vezes passei por isso, não sei mesmo quantas vezes já passei por isso. No Canadá, no Brazil e agora aqui, e sempre com mulheres, ah, nós mulheres somos terríveis umas com as outras! Os homens estão certos nós mulheres vivemos bicando o fígado umas das outras, igual corvos na carniça.
Existem amigas que não fazem isso. E eu dou graças a Deus por tê-las. São amigas queridas, que só têm a acrescentar. Não me julgam, me querem por perto, não se queixam (afinal, quem é amigo de verdade sabe que a gente tem que deixar pra lá os defeitos dos amigos) e acima de tudo me dão força seguir em frente, apoiam minhas decisões, dão opiniões sensatas e sinceras e, acima de tudo, ficam felizes por mim, mesmo quando eu consigo alguma coisa que elas querem muito mas ainda não conseguiram.
Então hoje, dia 25 de março, adianto meu thanksgiving e agradeço a Deus pelas minhas amigas queridas (não falo nomes, elas sabem quem são), que mesmo estando longe se fazem tão presentes na minha vida!
Quantas vezes passei por isso, não sei mesmo quantas vezes já passei por isso. No Canadá, no Brazil e agora aqui, e sempre com mulheres, ah, nós mulheres somos terríveis umas com as outras! Os homens estão certos nós mulheres vivemos bicando o fígado umas das outras, igual corvos na carniça.
Existem amigas que não fazem isso. E eu dou graças a Deus por tê-las. São amigas queridas, que só têm a acrescentar. Não me julgam, me querem por perto, não se queixam (afinal, quem é amigo de verdade sabe que a gente tem que deixar pra lá os defeitos dos amigos) e acima de tudo me dão força seguir em frente, apoiam minhas decisões, dão opiniões sensatas e sinceras e, acima de tudo, ficam felizes por mim, mesmo quando eu consigo alguma coisa que elas querem muito mas ainda não conseguiram.
Então hoje, dia 25 de março, adianto meu thanksgiving e agradeço a Deus pelas minhas amigas queridas (não falo nomes, elas sabem quem são), que mesmo estando longe se fazem tão presentes na minha vida!
Sunday, March 23, 2008
Eat, Pray, Love
Comer, rezar, amar. Comecei a ler este livro bonitinho mas bem ordinário ontem à tarde. Ele fala sobre a jornada de uma mulher recém divorciada em busca de "tudo" (amor, iluminação, auto-conhecimento, auto-estima, paz) enquanto viaja pela Itália (eat), Índia (pray) e Indonésia (love).
A primeira coisa que se percebe é que são três letras "I". A segunda é que ele é um mix de auto-ajuda com uma narradora cuja prosa é sem sentido, auto-centrada e auto-comiserativa. Primeiro, a autora menciona que queria se divorciar, ela decide não entrar nos méritos da questão (afinal não é da nossa conta), mas resolve dar uma justificativa superficial do tipo: "eu tinha 30 anos e não queria filhos"! Conversa pra boi dormir. Depois, em um surto psicótico, ela escreve para Deus num papel e ele responde (com ela também escrevendo a resposta) no papel. Percebe-se, ainda no início do livro, que a sra. Gilbert é do tipo de pessoa que não tolera a hipótese de ficar sozinha, nem que seja por um breve período de tempo. Bem, sendo filha única, sou escolada no quesito 'ficar sozinha sem me sentir sozinha' e, pelo menos para mim, é muito difícil entender pessoas que preferem relações auto-destrutivas a ficarem em paz sozinhas (de acordo com uma amiga minha as palavras "paz" e "sozinha" não vão bem juntas).
As aventuras gastronômicas dela pela Itália são até interessantinhas, ela descreve (de novo, de forma superficial, pois tudo é superficial no livro) os pratos que come e que a fizeram ganhar - ou melhor, adquirir, pois peso não se ganha - 23 pounds em 4 meses. Mas é a capacidade que ela tem em insistir em se sentir miserável, mesmo tendo conseguido o que queria (se divorciar/ir estudar italiano na Itália/ganhar um baita adiantamento do livro que ia escrever, o que proporcionou a oportunidade de viajar nesses 3 países por 1 ano/morar num bairro chic em Roma, na companhia de pessoas interessantes/viajar pra tudo quanto é canto/fazer amigos) que me irrita mais profundamente. Ninguém merece.
Vou terminar o livro, mas não tenho qualquer ilusão de que os capítulos "pray" e "love" serão profundos ou elucidativos. Eat, Pray, Love é um bestseller que (espero) será esquecido no tempo.
Comer, rezar, amar. Comecei a ler este livro bonitinho mas bem ordinário ontem à tarde. Ele fala sobre a jornada de uma mulher recém divorciada em busca de "tudo" (amor, iluminação, auto-conhecimento, auto-estima, paz) enquanto viaja pela Itália (eat), Índia (pray) e Indonésia (love).
A primeira coisa que se percebe é que são três letras "I". A segunda é que ele é um mix de auto-ajuda com uma narradora cuja prosa é sem sentido, auto-centrada e auto-comiserativa. Primeiro, a autora menciona que queria se divorciar, ela decide não entrar nos méritos da questão (afinal não é da nossa conta), mas resolve dar uma justificativa superficial do tipo: "eu tinha 30 anos e não queria filhos"! Conversa pra boi dormir. Depois, em um surto psicótico, ela escreve para Deus num papel e ele responde (com ela também escrevendo a resposta) no papel. Percebe-se, ainda no início do livro, que a sra. Gilbert é do tipo de pessoa que não tolera a hipótese de ficar sozinha, nem que seja por um breve período de tempo. Bem, sendo filha única, sou escolada no quesito 'ficar sozinha sem me sentir sozinha' e, pelo menos para mim, é muito difícil entender pessoas que preferem relações auto-destrutivas a ficarem em paz sozinhas (de acordo com uma amiga minha as palavras "paz" e "sozinha" não vão bem juntas).
As aventuras gastronômicas dela pela Itália são até interessantinhas, ela descreve (de novo, de forma superficial, pois tudo é superficial no livro) os pratos que come e que a fizeram ganhar - ou melhor, adquirir, pois peso não se ganha - 23 pounds em 4 meses. Mas é a capacidade que ela tem em insistir em se sentir miserável, mesmo tendo conseguido o que queria (se divorciar/ir estudar italiano na Itália/ganhar um baita adiantamento do livro que ia escrever, o que proporcionou a oportunidade de viajar nesses 3 países por 1 ano/morar num bairro chic em Roma, na companhia de pessoas interessantes/viajar pra tudo quanto é canto/fazer amigos) que me irrita mais profundamente. Ninguém merece.
Vou terminar o livro, mas não tenho qualquer ilusão de que os capítulos "pray" e "love" serão profundos ou elucidativos. Eat, Pray, Love é um bestseller que (espero) será esquecido no tempo.
Saturday, March 22, 2008
Como diria meu marido, a "baranguina" me afetou. Ele cunhou este termo há muitos anos, justificando porquê algumas grávidas que conhecíamos tinham, de repente, ficado mais... bem, barangas. Então, ainda de acordo com ele, a "baranguina" é um hormônio secretado pelas mulheres a partir da gravidez e que nunca mais deixa de ser secretado (afinal, como diz a minha mãe, 'filho é pra vida toda, né Carol?!').
Já afetadíssima, mas sem os mood swings típicos da gravidez (não me dou este luxo), aluguei este documentário de um sueco chamado Lennard Nilsson, "The Miracle of Life". Eu estava esperando algo do gênero "Deus fez o homem pôr uma sementinha no ventre da mulher, a sementinha brotou e depois de nove meses, temos o milagre da vida... tudo milagroso, piegas e sem processos químicos ou biológicos envolvidos". Ainda bem que eu estava errada! O documentário é fantástico, primeiro porque começa explicando a origem da vida no planeta e depois explica (e isso não sei como que fizeram) com imagens de dentro do sistema reprodutivo da mulher, todo o processo de chegada do espermatozóide até o oócito. A produção de espermatozóides também é incrívelmente detalhada e ilustrada (também em câmera!), mas a jornada deles até o óvulo é que me fascinou, todos os percalços que eles encontram no caminho, o corpo da mulher atacando aqueles "corpos estranhos" enquanto eles batalham pra cumprir a função natural deles: correr, bem rapidinho, batendo o rabinho comprido, pra chegar primeiro no (música celestial tocando ao fundo) óvulo!
Passadas todas as dificuldades, óvulo fecundado e tudo, de novo não sei como foi feito isso, mas o documentário mostra a divisão celular (ok, esta parte foi fácil) até a formação do embrião e depois disso, a evolução do embrião: 4 semanas, 6 semanas, 7 semanas (aí ele já mexe as mãozinhas!), 9 semanas, 11 semanas e com 16 semanas, o feto está todo formadinho e já tem até sobrancelhas.
É claro que um documentário que trata da geração da vida não podia deixar de terminar com o produto final chegando ao mundo. Essa foi a única parte que não me agradou muito (tenho a maior aflição). Mas o documentário é altamente recomendado não só para os afetados pela baranguina, como eu, mas para aqueles que têm interesse em reprodução de forma geral.
Wednesday, March 19, 2008
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