Sunday, August 24, 2008
O fimdi foi super produtivo (ultimamente todos têm sido produtivos por causa da contagem regressiva). Sexta à noite, jantamos no Grapeseed, em Bethesda, com minhas colegas da Corcoran para celebrar a chegada da Chispitinha. A bebê ganhou presentes muito fofos (Heidi tricotou e crochetou as coisas mais lindas do universo!) e o restaurante era muito, muito bom. Quando puder tomar uma taça de vinho, volto lá.
Ontem compramos a cadeirinha do carro da Chispita e encomendamos as persianas blackout. O legal da cadeirinha do carro é que ela pode ser encaixada no carrinho (stroller) dela, o que simplifica bem nossa vida. E hoje [FINALMENTE] organizei os livros na estante. Não estão em ordem alfabética (hihihi!) mas estão dispostos de forma harmoniosa, organizada e esteticamente agradável. E (uaaaau!) divididos por tema!! Enfim, estou bem feliz com meus accomplishments.
Ontem compramos a cadeirinha do carro da Chispita e encomendamos as persianas blackout. O legal da cadeirinha do carro é que ela pode ser encaixada no carrinho (stroller) dela, o que simplifica bem nossa vida. E hoje [FINALMENTE] organizei os livros na estante. Não estão em ordem alfabética (hihihi!) mas estão dispostos de forma harmoniosa, organizada e esteticamente agradável. E (uaaaau!) divididos por tema!! Enfim, estou bem feliz com meus accomplishments.
Os DVDs do fimdi, Vitus e Eastern Promisses, foram excelentes. Vitus é a história de um menino super-dotado que sonha em ser um menino normal. O bom do filme é que ele foge à regra daqueles filmes de meninos inteligentíssimos exibidos, que ficam uns chatos e ninguém aguenta. O Vitus (o menino do filme) é tão inteligente que ele consegue escapulir desse terrível destino dos de QI muito superior e nos salva do tédio de ter que assistir um filme a lá Matt Damon.
O Eastern Promisses é um filme de máfia russa, com o charmoso do Viggo Mortensen e Naomi Watts. A princípio achei o filme violento (tentei evitar - sem sucesso - filmes violentos durante a gravidez), mas o plot é simples e bem alinhavado; a cena da luta na sauna é fantástica e o suspense delicioso.
O Eastern Promisses é um filme de máfia russa, com o charmoso do Viggo Mortensen e Naomi Watts. A princípio achei o filme violento (tentei evitar - sem sucesso - filmes violentos durante a gravidez), mas o plot é simples e bem alinhavado; a cena da luta na sauna é fantástica e o suspense delicioso.
Friday, August 22, 2008
Fui no chiropractor de novo hoje. Apelidei o homem de "Christopher Magic Hands"... é impressionante como que 10 minutos de cutucadinhas nas costas resolvem todo meu problema! Acho que fico tão feliz quando vou lá, que a bebê se mexe horrores na minha barriga e o chiropractor consegue senti-la através das costelas. Assanhada desde pequenininha essa menina!
Ahhhh... o novo blog (graças à minha incansável insistência!!) da Camila já tem dois posts: Me Need Therapy
Ontem a Camila esteve aqui e ficou horas se divertindo no i-Mac, tirando fotos no photo booth e blogando, pela primeira vez na vida. (Assim que ela publicar o primeiro post, eu compartilho o link.) Comemos uma quantidade indecente de chocolate (antes, durante e depois do jantar), mmmmm... foi ótimo!
Tuesday, August 19, 2008
Fiquei um tempão sem internet! E depois um tempão sem tempo; outro tempo sem vontade de ficar sentada na frente do computador (até a visita ao chiropractor ontem, que foi milagrosa para as minhas costas...). Semana passada resolvi que tínhamos que pintar o quarto da bebê de branco (era bege). Foi uma literal "lambança", mas ficou ótimo. Aí hoje cismei que tinha que cortar o cabelo, sabe, cisma de grávida, não vai embora, fica martelando na cabeça. E num momento louco, tomei o trem e fui pra Dupont Circle ver a Iole, minha cabeleireira desde 2006. Resultado: surequei!
Tuesday, July 29, 2008
Mudanças
O Michael e eu olhamos mais de 30 apartamentos para alugar. Eu não estou brincando. Na verdade, eu perdi a conta, tem apartamentos que eu apaguei completamente da memória, outros pouquíssimos que são tão lindos que não vou me esquecer jamais. Tipo aquele, com vista da National Cathedral, janelões imensos, sala e quartos espaçosos, lindo mesmo. Tanto que chegamos a reservá-lo (eu ia levar a papelada toda hoje), mas quando nosso prédio viu que estávamos saindo (eu anunciei quando cheguei de DC ontem à tarde), resolveram oferecer um super desconto no apartamento de 2 quartos. Resultado: procuramos, procuramos, procuramos até a exaustão e acabamos ficando no mesmo lugar (só migrando para o quarto e último andar, o que nos dá um lindo "vaulted ceiling"). Foi uma saga estressante, mas agora acho que posso até escrever meu próprio "real estate - renting guide" da região.
O Michael e eu olhamos mais de 30 apartamentos para alugar. Eu não estou brincando. Na verdade, eu perdi a conta, tem apartamentos que eu apaguei completamente da memória, outros pouquíssimos que são tão lindos que não vou me esquecer jamais. Tipo aquele, com vista da National Cathedral, janelões imensos, sala e quartos espaçosos, lindo mesmo. Tanto que chegamos a reservá-lo (eu ia levar a papelada toda hoje), mas quando nosso prédio viu que estávamos saindo (eu anunciei quando cheguei de DC ontem à tarde), resolveram oferecer um super desconto no apartamento de 2 quartos. Resultado: procuramos, procuramos, procuramos até a exaustão e acabamos ficando no mesmo lugar (só migrando para o quarto e último andar, o que nos dá um lindo "vaulted ceiling"). Foi uma saga estressante, mas agora acho que posso até escrever meu próprio "real estate - renting guide" da região.
Sunday, July 27, 2008
Esta última semana foi bem produtiva. Bebel, irmã do Paulo Renato (nosso amigo de longa data e pai da linda Sofia) passou a semana aqui passeando. Eu tive que entregar meu projeto da cozinha na quarta, além de fazer uma apresentação e ser examinada por uma designer, Mathilda Cox (além da professora, Alice Roberts). Foi bem legal. Na terça jantamos com o Nemo em Dupont, a comida estava ótima. Quinta visitamos 3 condomínios (estamos em busca de um teto mais espaçoso - parte dos preparativos para a chegada da Chispita) e sexta fui ao National Building Museum (o prédio onde a Hillary renunciou a candidatura) ver a exposição do Eero Saarinen (ótima). A loja do museu (minha favorita de todos aqui em DC) é muito legal, acabei comprando o móbile do quarto da Chispita lá (na verdade, o segundo móbile, porque girino e Anita já tinham mandado um em forma de DNA).
Falando no quartinho da Chispita, sábado fomos na Ikea e compramos os móveis dela. Agora meu quarto está cheio de caixas Ikea enormes bloqueando duas das minhas 5 bay windows. C'est la vie. É só por mais um mês e meio mesmo.
Pra terminar, a Tati Lie está postando várias receitas (testadas!) gluten-free no website dela, vale à pena dar uma olhada! Minha mãe chega em setembro (já tem data marcada!) e estou muito feliz. Agora resta a pergunta: será que a Chispita vai esperar a vovó chegar nos EUA ou vai querer chegar antes? Mistério.
Falando no quartinho da Chispita, sábado fomos na Ikea e compramos os móveis dela. Agora meu quarto está cheio de caixas Ikea enormes bloqueando duas das minhas 5 bay windows. C'est la vie. É só por mais um mês e meio mesmo.
Pra terminar, a Tati Lie está postando várias receitas (testadas!) gluten-free no website dela, vale à pena dar uma olhada! Minha mãe chega em setembro (já tem data marcada!) e estou muito feliz. Agora resta a pergunta: será que a Chispita vai esperar a vovó chegar nos EUA ou vai querer chegar antes? Mistério.
Tuesday, July 15, 2008
Virose coisa nenhuma... acho que estou com pedra na vesícula (olha eu me diagnosticando). Na verdade, o diagnóstico foi da internet. Não é fantástico esse negócio de colocar seus sintomas no google e de repente ter o diagnóstico, prognóstico, possíveis tratamentos... tudo lá pra você ler antes mesmo de falar com o médico? Claro que a net não substitui o clínico experiente que te vê e já sabe de cara o que você tem (ou não tem), mas ainda assim é legal. Anyway, amanhã vou no médico!
Sunday, July 13, 2008
Peguei alguma virose............ :-(
Por conta disso, passamos o dia em casa ontem (com uma rápida visitinha ao supermercado) e vimos dois filmes: Ladrões de Bicicleta (lindo!) e Monster in Law, bobo mas hilário (o que mais se podia esperar de um título desses?). O Michael fez uma sopa maravilhosa (sopa no verão, mas o ar estava ligado), com couve, butternut squash e vários tipos de arroz.
Hoje tem churrasco no fim da tarde, mas antes disso, vamos sair para olhar casas.
Por conta disso, passamos o dia em casa ontem (com uma rápida visitinha ao supermercado) e vimos dois filmes: Ladrões de Bicicleta (lindo!) e Monster in Law, bobo mas hilário (o que mais se podia esperar de um título desses?). O Michael fez uma sopa maravilhosa (sopa no verão, mas o ar estava ligado), com couve, butternut squash e vários tipos de arroz.
Hoje tem churrasco no fim da tarde, mas antes disso, vamos sair para olhar casas.
Monday, July 07, 2008
Fim de Semana em Madison
Passamos o feriado com Marina e Marcello em Madison, Wisconsin. Tudo foi maravilhoso: a estadia, a comida e também os passeios. Aqui vão algumas das muitas fotos legais que tiramos...
De cima para baixo: detalhe do Capitólio de Madison (onde a gente entra sem marcar horário, sem passar por security check... é uma delícia); a estátua em cima do Capitólio, apontando para Washington DC; eu e Micas na beira de um dos lagos imensos de Madison (Mendota Lake? Tenho que conferir com Marina); Marina e eu passeando; nós 4 em frente a um prédio na universidade (eu sou o balãozinho xadrez!); as flores de Madison e os "Japanese bugs", que de acordo com os locais, estão comendo tuuuudo; Marina e Marcello muito lindos; Michael e Marina, na foto tirada para mandar para o Laboratório da Glória, no Brasil; a última: nós 3 apreciando a vista.









Passamos o feriado com Marina e Marcello em Madison, Wisconsin. Tudo foi maravilhoso: a estadia, a comida e também os passeios. Aqui vão algumas das muitas fotos legais que tiramos...
De cima para baixo: detalhe do Capitólio de Madison (onde a gente entra sem marcar horário, sem passar por security check... é uma delícia); a estátua em cima do Capitólio, apontando para Washington DC; eu e Micas na beira de um dos lagos imensos de Madison (Mendota Lake? Tenho que conferir com Marina); Marina e eu passeando; nós 4 em frente a um prédio na universidade (eu sou o balãozinho xadrez!); as flores de Madison e os "Japanese bugs", que de acordo com os locais, estão comendo tuuuudo; Marina e Marcello muito lindos; Michael e Marina, na foto tirada para mandar para o Laboratório da Glória, no Brasil; a última: nós 3 apreciando a vista.
Tuesday, July 01, 2008
Fotos do Fimdi!
Esse fimdi fomos para Ocean City (cidadezinha de praia bem médio) e Assateague Island. Assateague é linda, com seus cavalos selvagens, restos de asfalto no meio das dunas (uma vez tinha uma estrada lá), mangues e baías. A água do mar é gelada, mas na baía, Michael, Gustavo e eu nos divertimos, sentados na areia, como numa hidromassagem gigantesca, de tão quentinha. Os mosquitos e moscas que picam (sim, moscas que picam!) são detalhes impossíveis de não comentar. Estando grávida, não posso usar repelente, então fui picada por dezenas de bugs (odeio a idéia de ter sido picada por moscas... ewwww...). E, como diz o Micas, onde tem cavalo, tem carrapato. Nem vou entrar nos detalhes...
Enfim às fotos: Andorinha à espera da nossa comida, de olho nos restinhos que íamos deixar na mesa do piquenique. Seguindo, Flávia (bem protegida do sol e dos mosquitos/moscas/carrapatos/poison ivy) & Gustavo. Na próxima, pôneis nativos da ilha (é lindo!!) e last but not least, Gustavo e Michael, prontos para pular as ondas geladas de Ocean City.



Esse fimdi fomos para Ocean City (cidadezinha de praia bem médio) e Assateague Island. Assateague é linda, com seus cavalos selvagens, restos de asfalto no meio das dunas (uma vez tinha uma estrada lá), mangues e baías. A água do mar é gelada, mas na baía, Michael, Gustavo e eu nos divertimos, sentados na areia, como numa hidromassagem gigantesca, de tão quentinha. Os mosquitos e moscas que picam (sim, moscas que picam!) são detalhes impossíveis de não comentar. Estando grávida, não posso usar repelente, então fui picada por dezenas de bugs (odeio a idéia de ter sido picada por moscas... ewwww...). E, como diz o Micas, onde tem cavalo, tem carrapato. Nem vou entrar nos detalhes...
Enfim às fotos: Andorinha à espera da nossa comida, de olho nos restinhos que íamos deixar na mesa do piquenique. Seguindo, Flávia (bem protegida do sol e dos mosquitos/moscas/carrapatos/poison ivy) & Gustavo. Na próxima, pôneis nativos da ilha (é lindo!!) e last but not least, Gustavo e Michael, prontos para pular as ondas geladas de Ocean City.
Friday, June 27, 2008
Esta semana voou! Na terça, fui numa lecture o National Building Museum sobre a construção do TWA (em NY). O palestrante, de 82 anos, (esqueci o nome! e não consigo encontrar na net! ai, ai!) era um fofo, uma gracinha mesmo. Foi ótimo, e o exhibit do Eero Saarinen também foi fantástico.
Quarta-feira apresentei meu primeiro projeto no curso. Minha maquete, graças ao Michael, ficou muito boa, só perdeu pra de uma menina que construiu uma verdadeira casa de bonecas (tinha aguinha saindo da torneira e tudo mais). Minha prancha foi a melhor da turma (êêêê!) e modéstia à parte, ficou linda mesmo.
Ficamos duas noites sem dormir esta semana por causa de um alarme de carro disparado no estacionamento do prédio da frente. Tem gente que não tem disconfiômetro mesmo, impressionante. Na madrugada de quarta pra quinta apelamos, levantamos da cama e fomos até o prédio. Deixamos um bilhete no carro (era fácil identificar, todas as luzes piscam quando o alarme dispara ;-)) avisando que se isso continuasse, chamaríamos a polícia. O Michael tirou fotos da placa e da marca/modelo do carro, assim tem como facilitar o trabalho da própria polícia. Enfim, de volta à casa, às 3:20 da matina, vimos a dona do carro saindo do prédio pra desarmar o alarme (mas a gênia rearmou a porcaria... vai entender...) e encontrando o bilhete. Se ela mandou consertar, não sei, só sei que essa noite dormimos maravilhosamente bem. Talvez tenha sido sorte... Talvez ela tenha estacionado o carro bem longe de casa. Não sei, só sei que resolveu - pelo menos temporariamente.
Ontem fiz uma bolsa de presente pra Marina, que vamos visitar no Wisconsin semana que vem. Esse fimdi devemos ir à praia, em Virginia Beach. Vai ser a primeira vez da Chispita na praia!
Quarta-feira apresentei meu primeiro projeto no curso. Minha maquete, graças ao Michael, ficou muito boa, só perdeu pra de uma menina que construiu uma verdadeira casa de bonecas (tinha aguinha saindo da torneira e tudo mais). Minha prancha foi a melhor da turma (êêêê!) e modéstia à parte, ficou linda mesmo.
Ficamos duas noites sem dormir esta semana por causa de um alarme de carro disparado no estacionamento do prédio da frente. Tem gente que não tem disconfiômetro mesmo, impressionante. Na madrugada de quarta pra quinta apelamos, levantamos da cama e fomos até o prédio. Deixamos um bilhete no carro (era fácil identificar, todas as luzes piscam quando o alarme dispara ;-)) avisando que se isso continuasse, chamaríamos a polícia. O Michael tirou fotos da placa e da marca/modelo do carro, assim tem como facilitar o trabalho da própria polícia. Enfim, de volta à casa, às 3:20 da matina, vimos a dona do carro saindo do prédio pra desarmar o alarme (mas a gênia rearmou a porcaria... vai entender...) e encontrando o bilhete. Se ela mandou consertar, não sei, só sei que essa noite dormimos maravilhosamente bem. Talvez tenha sido sorte... Talvez ela tenha estacionado o carro bem longe de casa. Não sei, só sei que resolveu - pelo menos temporariamente.
Ontem fiz uma bolsa de presente pra Marina, que vamos visitar no Wisconsin semana que vem. Esse fimdi devemos ir à praia, em Virginia Beach. Vai ser a primeira vez da Chispita na praia!
Sunday, June 22, 2008
Muito chato
Hoje percebemos que roubaram a bicicleta do Michael, na garagem do prédio. Ela estava super bem presa (pelo menos é o que nós pensávamos!), e as nossas bikes estavam juntinhas... Deixaram a minha destrancada lá, provavelmente iam voltar pra buscar mais tarde. Ou não... não sei, a do Michael era mais chiquinha, tinha freios especiais, um monte de marchas e amortecimento. A minha bike foi mais barata, eu não saberia usar estes recursos anyway.
Mas por fim, comentando com os colegas de lab do Micas, o que ouvi foi que a bicicleta tinha um "bad omen" e era "cursed". Bem, ele foi atropelado com essa bicicleta (depois pagaram uma nova pra ele, mas ele pegou o dinheiro e mandou consertar a bicicleta acidentada) assim que chegamos aqui... O que será do ladrão da bicicleta virou motivo de chacota entre os colegas do Michael... seria interessante saber. Mas mesmo assim, continua sendo muito chato. Quanto à minha magrela, rejeitada pelo ladrão, veio parar aqui dentro do apartamento (é só um complemento ao stroller, ao enxoval da Chispita e todo o baby gear que está espalhado por aqui - bah!... não vejo a hora de mudar!).
Hoje percebemos que roubaram a bicicleta do Michael, na garagem do prédio. Ela estava super bem presa (pelo menos é o que nós pensávamos!), e as nossas bikes estavam juntinhas... Deixaram a minha destrancada lá, provavelmente iam voltar pra buscar mais tarde. Ou não... não sei, a do Michael era mais chiquinha, tinha freios especiais, um monte de marchas e amortecimento. A minha bike foi mais barata, eu não saberia usar estes recursos anyway.
Mas por fim, comentando com os colegas de lab do Micas, o que ouvi foi que a bicicleta tinha um "bad omen" e era "cursed". Bem, ele foi atropelado com essa bicicleta (depois pagaram uma nova pra ele, mas ele pegou o dinheiro e mandou consertar a bicicleta acidentada) assim que chegamos aqui... O que será do ladrão da bicicleta virou motivo de chacota entre os colegas do Michael... seria interessante saber. Mas mesmo assim, continua sendo muito chato. Quanto à minha magrela, rejeitada pelo ladrão, veio parar aqui dentro do apartamento (é só um complemento ao stroller, ao enxoval da Chispita e todo o baby gear que está espalhado por aqui - bah!... não vejo a hora de mudar!).
Friday, June 20, 2008
SilverDocs
Ontem fomos ao festival de documentários de Silver Spring (com Flávia e Gustavo) e vimos o documentário "Generation 68", do diretor Simon Brook. O filme não é ruim, é um pouco desorganizado e não situa bem a audiência (talvez propositalmente?), mas é um bom retrato da geração 68. O legal é que o diretor do filme estava lá para responder perguntas depois da sessão.
Ontem fomos ao festival de documentários de Silver Spring (com Flávia e Gustavo) e vimos o documentário "Generation 68", do diretor Simon Brook. O filme não é ruim, é um pouco desorganizado e não situa bem a audiência (talvez propositalmente?), mas é um bom retrato da geração 68. O legal é que o diretor do filme estava lá para responder perguntas depois da sessão.
Wednesday, June 18, 2008
As flores de plástico não morrem.
Mas as de verdade, aquelas que ganhei do Michael ontem, são tão lindas que, apesar de não durarem pra sempre, têm efeito bastante duradouro...
Além disso, ganhei também um livro super legal sobre Quilting, não vejo a hora de comprar meus retalhinhos!
Ganhar presentes em datas ordinárias não tem preço. E tem coisas que só o Michael faz pra você. /Pam!/
Mas as de verdade, aquelas que ganhei do Michael ontem, são tão lindas que, apesar de não durarem pra sempre, têm efeito bastante duradouro...
Além disso, ganhei também um livro super legal sobre Quilting, não vejo a hora de comprar meus retalhinhos!
Ganhar presentes em datas ordinárias não tem preço. E tem coisas que só o Michael faz pra você. /Pam!/
Monday, June 16, 2008
Fotos da fantástica, inigualável... e extremamente entediante, Colonial Williamsburg!
Abaixo, Collin e Michael aprovam a moda da época (cerca de 1770). O chapéu era bem popular entre os Virginianos do sexo masculino no fim dos 1700... Logo depois, April e Collin testando os métodos de justiça anglo-saxão (de novo, dos meados de 1770 -- hoje em dia a justiça por esses lados é bem mais moderada... ahamm...). E pra terminar, como eu poderia deixar de fora este close lindo do Michael? E esta foto maravilhosa minha, de cabelo atrapalhado? Bem, estas vão exclusivamente para a fã número 1 ver a filhota e o genro favorito dela.



Abaixo, Collin e Michael aprovam a moda da época (cerca de 1770). O chapéu era bem popular entre os Virginianos do sexo masculino no fim dos 1700... Logo depois, April e Collin testando os métodos de justiça anglo-saxão (de novo, dos meados de 1770 -- hoje em dia a justiça por esses lados é bem mais moderada... ahamm...). E pra terminar, como eu poderia deixar de fora este close lindo do Michael? E esta foto maravilhosa minha, de cabelo atrapalhado? Bem, estas vão exclusivamente para a fã número 1 ver a filhota e o genro favorito dela.
Muita coisa legal acontecendo por aqui. Sábado fomos em Colonial Williamsburg. O lugar é uma disneylândia sem graça, uma perda de tempo (sem contar $$) gigantesca. A companhia foi boa e no fim das contas, é isso que conta.
Domingo almoçamos com Renato, Anna, Simone e Elisa no nosso adorado A&J. Foi excelente! Saindo do restaurante, Anna tinha o porta-malas cheio (and I mean cheeeeio) de coisas pra bebê: uma coisa que é tipo um disco voador colorido que você encaixa o bebê dentro pra ele brincar; walkie talkie pra ouvir o bebê dos outros cômodos da casa (obaaaaa!); uma lixeira de fraldas (só quem tem filho comendo sólidos sabe o quão importante elas são), brinquedos mil, cadeirinha, banheirinha linda... ah, muita coisa mesmo. Michael e eu ficamos felicíssimos, claro! A Chispita está cheia de baby gear agora (e nosso apartamento se parece com uma miniatura de uma filial da Buy Buy Baby).
Estou pesquisando Cord Blood Banks aqui. Não é tão caro quanto no Brasil (e acreditem ou não, eles coletam o cordão do seu bebê em mais de 70 países!) e decidimos fazer, só pra ter o prazer de nunca precisar de usar. Mas o melhor de tudo é que, além de um gift card de 50 dólares (que vem num Mastercard), consegui um desconto de 700 dólares porque mencionei que o Michael é formado em medicina. Maravilha!
Por fim, consertaram meu AC e ainda me emprestaram um ventilador. No Food & Friends esta tarde, me deram mousse de frutas vermelhas com um chocolate em forma de coração no meio (super lindinho) e mais uma tonelada de cookies. Estou deixando os cookies pro Michael. Eu e a Chispita queremos engordar com coisas mais finas. Tais como... mousse. hummmm...
Ultimíssima coisa: assistimos a segunda temporada dos Sopranos no DVD esse fimdi e foi o ó. Não sei como conseguiram estragar um show tão bom. Na verdade, sei: acho que pegaram a fórmula mágica das novelas globais/mexicanas e aplicaram no seriado. Ficou uma novela boba e sem graça. Tirei os outros Sopranos da minha lista do Netflix. É a vida.
Domingo almoçamos com Renato, Anna, Simone e Elisa no nosso adorado A&J. Foi excelente! Saindo do restaurante, Anna tinha o porta-malas cheio (and I mean cheeeeio) de coisas pra bebê: uma coisa que é tipo um disco voador colorido que você encaixa o bebê dentro pra ele brincar; walkie talkie pra ouvir o bebê dos outros cômodos da casa (obaaaaa!); uma lixeira de fraldas (só quem tem filho comendo sólidos sabe o quão importante elas são), brinquedos mil, cadeirinha, banheirinha linda... ah, muita coisa mesmo. Michael e eu ficamos felicíssimos, claro! A Chispita está cheia de baby gear agora (e nosso apartamento se parece com uma miniatura de uma filial da Buy Buy Baby).
Estou pesquisando Cord Blood Banks aqui. Não é tão caro quanto no Brasil (e acreditem ou não, eles coletam o cordão do seu bebê em mais de 70 países!) e decidimos fazer, só pra ter o prazer de nunca precisar de usar. Mas o melhor de tudo é que, além de um gift card de 50 dólares (que vem num Mastercard), consegui um desconto de 700 dólares porque mencionei que o Michael é formado em medicina. Maravilha!
Por fim, consertaram meu AC e ainda me emprestaram um ventilador. No Food & Friends esta tarde, me deram mousse de frutas vermelhas com um chocolate em forma de coração no meio (super lindinho) e mais uma tonelada de cookies. Estou deixando os cookies pro Michael. Eu e a Chispita queremos engordar com coisas mais finas. Tais como... mousse. hummmm...
Ultimíssima coisa: assistimos a segunda temporada dos Sopranos no DVD esse fimdi e foi o ó. Não sei como conseguiram estragar um show tão bom. Na verdade, sei: acho que pegaram a fórmula mágica das novelas globais/mexicanas e aplicaram no seriado. Ficou uma novela boba e sem graça. Tirei os outros Sopranos da minha lista do Netflix. É a vida.
Monday, June 09, 2008
Rio 40 graus!
Está tão quente que passamos o domingo na piscina do prédio (piscinão igual de hotel!), foi ótimo. Hoje está tããão quente que os ônibus são de graça (pra prevenir que o povo ande a pé), com uma placa na frente: OZONE ALERT - free ride.
O curso de sewing II foi ótimo, aprendi a colocar zíper invisível (uaaaau!) e minha saia está quase pronta!
Está tão quente que passamos o domingo na piscina do prédio (piscinão igual de hotel!), foi ótimo. Hoje está tããão quente que os ônibus são de graça (pra prevenir que o povo ande a pé), com uma placa na frente: OZONE ALERT - free ride.
O curso de sewing II foi ótimo, aprendi a colocar zíper invisível (uaaaau!) e minha saia está quase pronta!
Thursday, June 05, 2008
Tornado ontem. Ventos a 100 Km/hora bem na hora de eu sair para a escola. A internet caiu. Um calorão absurdo hoje (bem vinda ao verão de DC!) e eu caminhando sob o sol escaldante da manhã até a embaixada e de volta da embaixada... só pra descobrir que meu passaporte novo ainda é do verdinho sem código de barras. Sim, sim, a cor não importa, mamãe já me contou isso! Mas no Japão os atendentes das companhias aéreas reclamavam dos nossos passaportes. Além disso, pra quê pegar fila em aeroporto? Isso já devia ser antiquado, mas pra padrões do Brasil, o país das filas...
Chegando no subúrbio e sonhando em pôr meus pezinhos exaustos no foot spa com água gelada, vejo o trânsito completamente maluco por falta de sinaleiras... estava tudo apagado! Inclusive tudo na minha casa (nada de ar condicionado pra mim hoje). Saí de carro (que loucura, eu pensei! sem sinal de trânsito...) mas foi tranquilo chegar onde eu queria. Fiquei imaginando como teria sido em Belo Horizonte, enfrentar o trânsito sem sinaleira e guardinha de trânsito pra controlar o povo. Aqui é tudo muito civilizado, um espera o outro, chega a ser bonitinho. Lições de civilização.
Wednesday, June 04, 2008
Ai que falta de tempo pra escrever! Mas a escola de design está ótima. Meu para-casa? Fazer 3 desenhos no meu caderninho. De volta ao jardim de infância, tão gostoso! Semana que vem: Sewing II. Semana passada: Shakespeare no Rock Creek Park. De graça. E foi a maior superprodução que já vi. Tem dias que dou graças a D'us por não estar no Brasil. Hoje é um deles!
Wednesday, May 28, 2008
Tuesday, May 27, 2008
Priceless
Igual ao Mastercard, Priceless ("Hor de Prix" no original) é um filme que não tem preço. A piada é velha, eu sei. Mas o filme, que vimos ontem no cinema, é hilário, divertidíssimo, excelente mesmo. Valeu a saída de casa (ai que calor!).
(PS: Para ver o trailer do filme no YouTube, é só clicar aqui.)
Igual ao Mastercard, Priceless ("Hor de Prix" no original) é um filme que não tem preço. A piada é velha, eu sei. Mas o filme, que vimos ontem no cinema, é hilário, divertidíssimo, excelente mesmo. Valeu a saída de casa (ai que calor!).
(PS: Para ver o trailer do filme no YouTube, é só clicar aqui.)
Monday, May 26, 2008
Feriadão
Primeiro, hoje aqui é feriado de Memorial Day. Ai que ótimo! Ontem fomos andar de bicicleta, perto das 6 da tarde. Está tendo esse festival aqui em Rockville, com música na rua (2 palcos simultâneos), barraquinhas com comida boa, nós nem lembrávamos e acabamos parando por lá (é que lá no distrito histórico também tem o Ben & Jerry's, aliás meu frozen yogurt de banana e morango estava divino). Foi legal, tinham uns japoneses dançando break (é assim que se escreve?), uma das bandas era até boa e tinha exposição de arte também, um artista estava expondo umas colagens super legais com as fotos que ele tirava, uma coisa bem original, o Nemo ia gostar (nós gostamos!).
Depois do festival, pedalamos até o DogWood Park e fizemos bem pouquinho da trilha. Ainda na ida eu sentia minhas pernas cheias de lactato. Ai, como estou fora de forma! Nem parece que em janeiro eu corria de 1 a 2 horas na esteira todos os dias. Hoje meu corpo todo dói (tô igualzinha uma velhinha).
Esta manhã fomos ao Food and Friends voluntariar por 2 horas. Dessas duas horas, passamos 1 1/2 picando pimentões. O Michael adorou, fomos os últimos voluntários a sair de lá. Chegando em casa, comemos a torta de maçã que ganhamos no restaurante ontem (tudo porque o Michael se dispôs a preencher o questionário de controle de qualidade), deitei no sofá e dormi por horas... zzzzzzzzzzz...
Primeiro, hoje aqui é feriado de Memorial Day. Ai que ótimo! Ontem fomos andar de bicicleta, perto das 6 da tarde. Está tendo esse festival aqui em Rockville, com música na rua (2 palcos simultâneos), barraquinhas com comida boa, nós nem lembrávamos e acabamos parando por lá (é que lá no distrito histórico também tem o Ben & Jerry's, aliás meu frozen yogurt de banana e morango estava divino). Foi legal, tinham uns japoneses dançando break (é assim que se escreve?), uma das bandas era até boa e tinha exposição de arte também, um artista estava expondo umas colagens super legais com as fotos que ele tirava, uma coisa bem original, o Nemo ia gostar (nós gostamos!).
Depois do festival, pedalamos até o DogWood Park e fizemos bem pouquinho da trilha. Ainda na ida eu sentia minhas pernas cheias de lactato. Ai, como estou fora de forma! Nem parece que em janeiro eu corria de 1 a 2 horas na esteira todos os dias. Hoje meu corpo todo dói (tô igualzinha uma velhinha).
Esta manhã fomos ao Food and Friends voluntariar por 2 horas. Dessas duas horas, passamos 1 1/2 picando pimentões. O Michael adorou, fomos os últimos voluntários a sair de lá. Chegando em casa, comemos a torta de maçã que ganhamos no restaurante ontem (tudo porque o Michael se dispôs a preencher o questionário de controle de qualidade), deitei no sofá e dormi por horas... zzzzzzzzzzz...
Friday, May 23, 2008
Ontem assistimos o filme "O Escafandro e a Borboleta" ("The Diving Bell and the Butterfly" em inglês), que conta a estória do diretor da revista Elle francesa, Jean-Dominique Bauby, que tem um derrame cerebral e fica confinado dentro do próprio corpo, podendo movimentar apenas o olho esquerdo. Ele piscava uma vez para "sim" e duas para "não". Através das piscadas, conseguiu ditar um livro inteiro com suas memórias e algumas coisas imaginárias, publicando o livro 10 dias antes de morrer de pneumonia. É triste ver uma pessoa em tal situação, é inclusive dificílimo se imaginar numa situação assim. Mas um ano confinado é tempo suficiente para se conhecer muito bem, o que não deixa de ser um bônus -- nem que seja o único. Enfim, é um filme que requer lencinhos, mas é muito bonito. A fotografia também é linda, vale a pena.
Thursday, May 22, 2008
Digno de Discovery Channel (e ainda na caminhada no Potomac Park)
Ver isso ao vivo foi fantástico, realmente incrível: lá estávamos nós, com um pouco de fome, sol na moleira, olhando o Blue Heron paradinho... O Michael tirando fotos, eu a fim de terminar a caminhada, quando de repente o Heron abre as asas, mergulha a cabeça na água e sai com um peixe na boca! A torcida toda aplaudiu, exímio pescador esse pássaro, tá igual nosso amigo Vinição, o rei da pescaria. Como não basta pescar, tem que matar e se deliciar, o Heron foi para as pedras e, sem cerimônia alguma, escondeu o peixão dele e aí tudo que se via era a cabeça dele indo para cima e para baixo (pobre peixe!). De novo, foi incrível. Vale a pena clicar nas fotos para ver tudo grande e com detalhes.
Ver isso ao vivo foi fantástico, realmente incrível: lá estávamos nós, com um pouco de fome, sol na moleira, olhando o Blue Heron paradinho... O Michael tirando fotos, eu a fim de terminar a caminhada, quando de repente o Heron abre as asas, mergulha a cabeça na água e sai com um peixe na boca! A torcida toda aplaudiu, exímio pescador esse pássaro, tá igual nosso amigo Vinição, o rei da pescaria. Como não basta pescar, tem que matar e se deliciar, o Heron foi para as pedras e, sem cerimônia alguma, escondeu o peixão dele e aí tudo que se via era a cabeça dele indo para cima e para baixo (pobre peixe!). De novo, foi incrível. Vale a pena clicar nas fotos para ver tudo grande e com detalhes.
Alô, alô Animal Planet! Ah, que delícia ter esse sol quentinho e céu azulzinho para poder passear, passear, passear! Há duas semanas fizemos essa caminhada com umas pessoas do laboratório do Michael, no Potomac Park (lugar lindo a 20 minutos de casa!), fomos até as cachoeiras e depois seguimos uma trilha bem pedregosa (e às vezes um pouquinho assustadora para mim, que carrego outra pessoa na barriga), mas enfim, entre mortos e feridos, salvaram-se todos. Inclusive a vida animal, que estava felicíssima naquele domingo. As fotos da caminhada seguem.



Nesta última foto, Katharina (do lab) e o namorado gênio que estuda física, Wang Li (também do lab) e a mulher, eu e Micas!
Wednesday, May 21, 2008
Quarta passada, quando descobrimos que íamos ter uma menina, Micas recebeu um e-mail lindo do irmão mais novo. Tão lindo que recebi postar:
"Tem um trecho do livro "O Profeta" do Khalil Gibran que eu acho muito legal:
E uma mulher, que segurava um bebê no colo, disse: Fala-nos dos Filhos.
E ele disse:
Vossos filhos não são vossos filhos.
São os filhos e as filhas da ânsia da Vida por si mesma.
Eles vêm através de vós, mas não de vós,
E apesar de estarem convosco, não vos pertencem.
Podeis dar-lhes vosso amor, mas não vossos pensamentos,
Podeis abrigar seus corpos, mas não suas almas,
Pois suas almas vivem na casa do amanhã,
a qual vós não podeis visitar, nem mesmo em vossos sonhos.
Podeis esforçar-vos em ser como eles, mas não tentai fazê-los como vós.
Pois a vida não volta atrás, nem permanece no dia de ontem.
Sois os arcos dos quais seus filhos, como flechas vivas, são arremessados.
O arqueiro vê o alvo no caminho do infinito, e Ele vos dobra com o Seu poder
para que Suas flechas possam ir longe e velozes.
Deixai que o Arqueiro vos curve com alegria;
Pois assim como Ele ama a flecha que voa, Ele também ama o arco que é estável.
Legal, né?
Eu sempre fico emocionado quando eu leio esse trecho! É uma pena nao te encontrar agora pra te dar um abraço pessoalmente! Mas eu ainda vou aí em breve!
Desejo à voces três toda a alegria do mundo!"
"Tem um trecho do livro "O Profeta" do Khalil Gibran que eu acho muito legal:
E uma mulher, que segurava um bebê no colo, disse: Fala-nos dos Filhos.
E ele disse:
Vossos filhos não são vossos filhos.
São os filhos e as filhas da ânsia da Vida por si mesma.
Eles vêm através de vós, mas não de vós,
E apesar de estarem convosco, não vos pertencem.
Podeis dar-lhes vosso amor, mas não vossos pensamentos,
Podeis abrigar seus corpos, mas não suas almas,
Pois suas almas vivem na casa do amanhã,
a qual vós não podeis visitar, nem mesmo em vossos sonhos.
Podeis esforçar-vos em ser como eles, mas não tentai fazê-los como vós.
Pois a vida não volta atrás, nem permanece no dia de ontem.
Sois os arcos dos quais seus filhos, como flechas vivas, são arremessados.
O arqueiro vê o alvo no caminho do infinito, e Ele vos dobra com o Seu poder
para que Suas flechas possam ir longe e velozes.
Deixai que o Arqueiro vos curve com alegria;
Pois assim como Ele ama a flecha que voa, Ele também ama o arco que é estável.
Legal, né?
Eu sempre fico emocionado quando eu leio esse trecho! É uma pena nao te encontrar agora pra te dar um abraço pessoalmente! Mas eu ainda vou aí em breve!
Desejo à voces três toda a alegria do mundo!"
Tuesday, May 20, 2008
Monday, May 19, 2008
Fim de semana retrasado, com seu Benami, Bianca (também gravidíssima!) e Moyses. A maior reunião familiar no estrangeiro do ano! De cima pra baixo, eu e Bianca com nossas rosas de dia das mães (que ainda estão aqui e lindas, by the way); todos nós no Arlington; passarinho na lápide (boa foto, Michael!); e por fim, Micas e o pai em frente ao Monumento; eu e seu Benami com o Capitólio ao fundo.




Ufaaaaaa! Estas últimas semanas não parei nem um segundo. Mal conferi os e-mails, quanto mais transferir as fotos pro computador e colocar no blog. Mas foram semanas ótimas, fiz o curso "Sewing I" (aprendi a fazer bolsa e calça de pijama) e meu sogro esteve aqui, passeamos muito, foi realmente agradável.
O Michael conseguiu tirar uma foto ótima do esquilinho (abaixo) no Mall. Eu gostei da sequência: preparar, apontar, já!


O Michael conseguiu tirar uma foto ótima do esquilinho (abaixo) no Mall. Eu gostei da sequência: preparar, apontar, já!
Thursday, May 01, 2008
Ah, não posso deixar de postar a máxima proferida pelo meu amigo Girino, ontem, no google chat: "quem com ferro fere, com ferro sara ferida". Foi minha gargalhada do dia!
Centauros Urbanos
Adorei ouvir (na rádio CBN), o Jabor falando dos travestis do Ronaldinho. Vale à pena.
Adorei ouvir (na rádio CBN), o Jabor falando dos travestis do Ronaldinho. Vale à pena.
Nome de Família
Ontem assistimos no DVD, o filme Nome de Família (The Namesake, em inglês). O filme é baseado no livro de uma das minhas autoras favoritas, Jhumpa Lahiri (que ganhou o prêmio Pulitzer por "O Intérprete de Males" ou "Interpreter of Maladies") e é muito fiel ao livro, que li em 2006. A estória gira em torno do nome de um menino, Gogol, filho de imigrantes indianos, que recebeu um nome provisório pra poder ser liberado do hospital (regras dos Estados Unidos) e depois de ser muito chacotado na escola, já adolescente, resolve trocar de Gogol para o nome permanente, dado pela avó materna, como dita a tradição indiana.
Nome de Família é uma estória muito bonita e o filme é visualmente muito agradável, com todas as cores da Índia contrastadas com o cinza do inverno em Nova Iorque, onde os pais do protagonista vão morar logo após o casamento. O filme mostra a adaptação dos pais de Gogol no país e mais tarde a adaptação dos pais com os costumes dos próprios filhos, criados em uma cultura diferente da deles. O filme não deixa isso muito claro, mas o livro deixa óbvio o "embarasso" que o filho já adulto sente em relação aos pais: os pais não se conformam com os padrões que ele tem em mente, são estrangeiros, têm sotaque, moram em um bairro de classe média e estão sempre com o coração dividido entre os Estados Unidos e a Índia. Acho que foi aí que o livro e o filme me pegaram (mais ainda o filme, agora que estou com os hormônios pululando), e só por precaução é melhor pegar uma caixinha de Kleenex...
É impossível não se identificar ou mesmo se imaginar na posição dos pais de Gogol, afinal somos estrangeiros também e passamos pelo mesmo processo de adaptação (e o mesmo estilo de "vida-limbo": as coisas acontecem na terra natal e se tem notícias vagas por carta ou telefone em caso de morte ou doença; ao mesmo tempo ninguém participa do que acontece na sua vida). Quanto ao nome, também troquei meu nome quando casei e sofri uma crise de identidade que durou anos... mas, no caso do Gogol, a estória por trás do nome dele vem à tona em tempo para que ele começasse a aceitar e até amar suas raízes.
Ontem assistimos no DVD, o filme Nome de Família (The Namesake, em inglês). O filme é baseado no livro de uma das minhas autoras favoritas, Jhumpa Lahiri (que ganhou o prêmio Pulitzer por "O Intérprete de Males" ou "Interpreter of Maladies") e é muito fiel ao livro, que li em 2006. A estória gira em torno do nome de um menino, Gogol, filho de imigrantes indianos, que recebeu um nome provisório pra poder ser liberado do hospital (regras dos Estados Unidos) e depois de ser muito chacotado na escola, já adolescente, resolve trocar de Gogol para o nome permanente, dado pela avó materna, como dita a tradição indiana.
Nome de Família é uma estória muito bonita e o filme é visualmente muito agradável, com todas as cores da Índia contrastadas com o cinza do inverno em Nova Iorque, onde os pais do protagonista vão morar logo após o casamento. O filme mostra a adaptação dos pais de Gogol no país e mais tarde a adaptação dos pais com os costumes dos próprios filhos, criados em uma cultura diferente da deles. O filme não deixa isso muito claro, mas o livro deixa óbvio o "embarasso" que o filho já adulto sente em relação aos pais: os pais não se conformam com os padrões que ele tem em mente, são estrangeiros, têm sotaque, moram em um bairro de classe média e estão sempre com o coração dividido entre os Estados Unidos e a Índia. Acho que foi aí que o livro e o filme me pegaram (mais ainda o filme, agora que estou com os hormônios pululando), e só por precaução é melhor pegar uma caixinha de Kleenex...
É impossível não se identificar ou mesmo se imaginar na posição dos pais de Gogol, afinal somos estrangeiros também e passamos pelo mesmo processo de adaptação (e o mesmo estilo de "vida-limbo": as coisas acontecem na terra natal e se tem notícias vagas por carta ou telefone em caso de morte ou doença; ao mesmo tempo ninguém participa do que acontece na sua vida). Quanto ao nome, também troquei meu nome quando casei e sofri uma crise de identidade que durou anos... mas, no caso do Gogol, a estória por trás do nome dele vem à tona em tempo para que ele começasse a aceitar e até amar suas raízes.
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